quarta-feira, 15 de maio de 2013
Espaço Experimental: Projeto avalia o ensino da cultura afro-brasileira...
Espaço Experimental: Projeto avalia o ensino da cultura afro-brasileira...: A pesquisa, sob orientação do professor Wilson Aragão, analisa a estrutura curricular da educação etnicorracial em vários municípios parai...
sábado, 23 de abril de 2011
Poemas de Nadirjane Medeiros
INDIOS
Pele tua, pele nua
Cobertos de arco e flechas
Corriam na mata virgem
Eram donos das florestas.
Na terra buscavam cura
Pra todas as enfermidades
Com rituais comemoravam
As transformações da idade.
Alimentavam-se da caça e pesca
E também do que plantavam
Lutavam por suas terras
Até que os brancos chegaram.
Com armas de grande poder
Foram com os índios carrascos
Dominaram o seu território
E tornaram os índios escravos.
As tribos se dizimaram
Muitas foram trucidadas
E aos poucos que escaparam
Não lhes restaram, quase nada.
Guardam consigo os segredos
Das terras que hoje é Brasil
São destemidos guerreiros
Força igual jamais se viu.
Eles não vieram de fora,
Aqui já há muito habitavam
Conservavam o mundo e os rios
Aonde contentes nadavam.
Explicando melhor seus legados...
Os índios das tribos mil
São os verdadeiros donatários.
Do nosso imenso Brasil.
Autora: Nadirjane Medeiros Carneiro Nascimento. (UFPB).
nadirjanemedeiros@hotmail.com
Projeto de Pesquisa História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena
( UFPB )-26/12/2010.
Pele tua, pele nua
Cobertos de arco e flechas
Corriam na mata virgem
Eram donos das florestas.
Na terra buscavam cura
Pra todas as enfermidades
Com rituais comemoravam
As transformações da idade.
Alimentavam-se da caça e pesca
E também do que plantavam
Lutavam por suas terras
Até que os brancos chegaram.
Com armas de grande poder
Foram com os índios carrascos
Dominaram o seu território
E tornaram os índios escravos.
As tribos se dizimaram
Muitas foram trucidadas
E aos poucos que escaparam
Não lhes restaram, quase nada.
Guardam consigo os segredos
Das terras que hoje é Brasil
São destemidos guerreiros
Força igual jamais se viu.
Eles não vieram de fora,
Aqui já há muito habitavam
Conservavam o mundo e os rios
Aonde contentes nadavam.
Explicando melhor seus legados...
Os índios das tribos mil
São os verdadeiros donatários.
Do nosso imenso Brasil.
Autora: Nadirjane Medeiros Carneiro Nascimento. (UFPB).
nadirjanemedeiros@hotmail.com
Projeto de Pesquisa História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena
( UFPB )-26/12/2010.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Poemas....
Poema de Nadirjane
Todos iguais
Entrelaçados, somos um só
Corpo e mente inteligente!
No final, seremos pó
Atualmente, somos gente.
Separarmos-nos, para quê?
Juntos, seremos melhores
Temos tudo, pra vencer
Todos estes, por menores.
Igualdades de direitos
Eu não sou mais um escravo
Trago o orgulho em meu peito
Quebrei correntes dos braços.
Libertei-me do opressor
E saí do cativeiro
Sou ser humano, tenho minha cor
Como você, eu sou inteiro.
Não me olhes diferente!
Somos iguais, apenas gente
Que luta por ideais,
Que busca seguir em frente.
Me aceite, como eu sou
E eu te mostro o grande ser
Que há por trás da minha cor.
Autora: Nadirjane Medeiros Carneiro Nascimento. (UFPB)
nadirjanemedeiros@hotmail.com
Projeto de Pesquisa História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena(UFPB)
29/04/2010.
Todos iguais
Entrelaçados, somos um só
Corpo e mente inteligente!
No final, seremos pó
Atualmente, somos gente.
Separarmos-nos, para quê?
Juntos, seremos melhores
Temos tudo, pra vencer
Todos estes, por menores.
Igualdades de direitos
Eu não sou mais um escravo
Trago o orgulho em meu peito
Quebrei correntes dos braços.
Libertei-me do opressor
E saí do cativeiro
Sou ser humano, tenho minha cor
Como você, eu sou inteiro.
Não me olhes diferente!
Somos iguais, apenas gente
Que luta por ideais,
Que busca seguir em frente.
Me aceite, como eu sou
E eu te mostro o grande ser
Que há por trás da minha cor.
Autora: Nadirjane Medeiros Carneiro Nascimento. (UFPB)
nadirjanemedeiros@hotmail.com
Projeto de Pesquisa História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena(UFPB)
29/04/2010.
domingo, 8 de agosto de 2010
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